OMS pede o combate à cleptomania em Roraima

6 07 2009

cleptomania - a endemia(AFP) A OMS (Organização Mundial de Saúde) alertou as autoridades sanitárias brasileiras para a necessidade de combater endemias graves que assolam o estado de Roraima, particularmente uma doença infecto-contagiosa conhecida como CLEPTOMANIA, já há muito disseminada em todo o país, mas atingindo aquele estado de forma peculiar. A cleptomania provoca uma incontrolável compulsão para roubar dinheiro público, desviar verbas da saúde e da educação, enfim, para se locupletar às custas do erário público, de todas formas imagináveis e mais algumas.

Caio Rolando da Rocha, representante da OMS, afirma que é muito preocupante a naturalidade com que os roraimenses encaram essa doença crônica. “Ao invés de tomar medidas preventivas, grande parte dos cidadãos não se incomoda com a disseminação da cleptomania! Na verdade, muitos indivíduos procuram ter ainda mais contato com os infectados. Os próprios cleptomaníacos encaram a doença com muita naturalidade, contribuindo para contaminar as suas famílias, vizinhos, amigos.”

Rocha explicou que, historicamente, pouco se tem feito no Brasil para combater essa enfermidade, que se tornou endêmica já no período colonial. “Em Roraima, parece que enquanto a população ainda era pequena a cleptomania não se manifestava tanto. Mas a partir de 1979 os índices de contaminação cresceram de forma exponencial.” Embora a terceirização de serviços públicos, as licitações pouco transparentes, o clientelismo e os partidos de aluguel sejam apontados como fatores associados ao agravamento da cleptomania, a OMS e o Ministério da Saúde ainda não tem explicações conclusivas sobre as causas desse crescimento. O que se sabe é que a cleptomania acaba por minar as estruturas de saúde, educação e segurança públicas, tornando a população mais vulnerável ao clientelismo. Dessa forma, cria-se um círculo vicioso, realimentando a doença e solapando a cidadania saudável.

Por outro lado, determinados mecanismos legais podem abrandar a incidência da cleptomania em alguns setores. “Há fortes evidências, em todos os estudos realizados, de que a adoção do concurso público, o fortalecimento do Ministério Público e a existência de movimentos sociais e sindicatos combativos, junto com uma oposição parlamentar forte, contribuem muito para reduzir a incidência”, afirma Rocha.

A boa notícia é que já existem remédios capazes de tratar eficazmente a doença: o CONFISCOL DE PATRIMONIALATO (100%, dose única) é um medicamento potente. O INELEGIBITOL deve ser aplicado por oito a dez anos, para evitar recaídas.

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